quinta-feira, 20 de setembro de 2007

CARPE DIEM

Um leve sorriso enrubesce o rosto. Testa e pescoço frouxos. O coração marcha faceiro, célere.
Pudesse conceber a brisa terna e morna. Quisera conter o ímpeto do suspiro ausente.
A mais tola das criaturas. Olhos cerrados, a cabeça inventa borboletas que foliam magicamente suas meninices.
O princípio do soneto de começo e fim, "Oh! flor do céu! Oh! flor cândida e pura!".