Nunca conheci quem tivesse levado porrada.Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Fernando Pessoa
domingo, 4 de novembro de 2007
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
CARPE DIEM
Um leve sorriso enrubesce o rosto. Testa e pescoço frouxos. O coração marcha faceiro, célere.
Pudesse conceber a brisa terna e morna. Quisera conter o ímpeto do suspiro ausente.
A mais tola das criaturas. Olhos cerrados, a cabeça inventa borboletas que foliam magicamente suas meninices.
O princípio do soneto de começo e fim, "Oh! flor do céu! Oh! flor cândida e pura!".
Pudesse conceber a brisa terna e morna. Quisera conter o ímpeto do suspiro ausente.
A mais tola das criaturas. Olhos cerrados, a cabeça inventa borboletas que foliam magicamente suas meninices.
O princípio do soneto de começo e fim, "Oh! flor do céu! Oh! flor cândida e pura!".
sábado, 25 de agosto de 2007
SEXA
E não é que vem a calhar?
- Pai...
- Hmmmm?
- Como é o feminino de sexo?
- O quê?
- O feminino de sexo.
- Não tem.
- Sexo não tem feminino?
- Não.
- Só tem sexo masculino?
- É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
- E como é o feminino de sexo?
- Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
- Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino...
- O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra "sexo" é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
- Não devia ser "a sexa"?
- Não.
- Por que não?
- Porque não! Desculpe, porque não. "Sexo" é sempre masculino.
- O sexo da mulher é masculino?
- Sexo mesmo. Igual ao do homem.
- O sexo da mulher é igual ao do homem?
- É. Quer dizer... Olha aqui: tem sexo masculino e o sexo feminino, certo?
- Certo.
- São duas coisas diferentes.
- Então como é o feminino de sexo?
- É igual ao masculino.
- Mas não são diferentes?
- Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
- Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
- A palavra é masculina.
- Não. "A palavra" é feminino. Se fosse masculino seria "o pal..."
- Chega! Vai brincar, vai...
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:
- Temos que ficar de olho nesse guri...
- Por quê?
- Ele só pensa em gramática...
"Sexa", crônica in "Comédias para se Ler na Escola", Ed. Objetiva
- Pai...
- Hmmmm?
- Como é o feminino de sexo?
- O quê?
- O feminino de sexo.
- Não tem.
- Sexo não tem feminino?
- Não.
- Só tem sexo masculino?
- É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
- E como é o feminino de sexo?
- Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
- Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino...
- O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra "sexo" é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
- Não devia ser "a sexa"?
- Não.
- Por que não?
- Porque não! Desculpe, porque não. "Sexo" é sempre masculino.
- O sexo da mulher é masculino?
- Sexo mesmo. Igual ao do homem.
- O sexo da mulher é igual ao do homem?
- É. Quer dizer... Olha aqui: tem sexo masculino e o sexo feminino, certo?
- Certo.
- São duas coisas diferentes.
- Então como é o feminino de sexo?
- É igual ao masculino.
- Mas não são diferentes?
- Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
- Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
- A palavra é masculina.
- Não. "A palavra" é feminino. Se fosse masculino seria "o pal..."
- Chega! Vai brincar, vai...
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:
- Temos que ficar de olho nesse guri...
- Por quê?
- Ele só pensa em gramática...
"Sexa", crônica in "Comédias para se Ler na Escola", Ed. Objetiva
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Decisões
"De repente a gente vê que perdeu ou está perdendo alguma coisa morna e ingênua que vai ficando no caminho... que é escuro e frio mas também bonito porque é iluminado pela beleza do que aconteceu a minutos atraz..."
Chega um dia na vida da gente que o dia chega!
Quando percebemos que somos quem decidimos ser e o que construimos durante todos os dias.
Eu gosto mesmo é de falar de amor, não me peça lógica!
Não sei falar de mim, ambições e receios.
Meu encanto pela paixão, meu canto para um amor, meu desejo do não desengano, me mantém.
E não sei expressar-me diferente. Nada se anuncia. Nada se propaga em mim de outra forma ou se alastra de mim em outros versos.
Quero músicas, livros, paisagens neste inexato pressuposto de volume igual.
Aqui não se acha explicitas frases, poemas e cartas de suspiro conjunto.
O contrário, do meu suspiro só, brotam letras indiferentes ao entendimento de quem as lê.
Por isso nem mais nobres, nem mais prosaicas. Minhas.
Chega um dia na vida da gente que o dia chega!
Quando percebemos que somos quem decidimos ser e o que construimos durante todos os dias.
Eu gosto mesmo é de falar de amor, não me peça lógica!
Não sei falar de mim, ambições e receios.
Meu encanto pela paixão, meu canto para um amor, meu desejo do não desengano, me mantém.
E não sei expressar-me diferente. Nada se anuncia. Nada se propaga em mim de outra forma ou se alastra de mim em outros versos.
Quero músicas, livros, paisagens neste inexato pressuposto de volume igual.
Aqui não se acha explicitas frases, poemas e cartas de suspiro conjunto.
O contrário, do meu suspiro só, brotam letras indiferentes ao entendimento de quem as lê.
Por isso nem mais nobres, nem mais prosaicas. Minhas.
terça-feira, 24 de julho de 2007
QUERERES
(cazuza)
Onde queres revólver sou coqueiro, onde queres dinheiro sou paixão
Onde queres descanso sou desejo, e onde sou só desejo queres não
E onde não queres nada, nada falta, e onde voas bem alta eu sou o chão
E onde pisas no chão minha alma salta, e ganha liberdade na amplidão
Onde queres família sou maluco, e onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon sou Pernambuco, e onde queres eunuco, garanhão
E onde queres o sim e o não, talvez, onde vês eu não vislumbro razão
Onde queres o lobo eu sou o irmão, e onde queres cowboy eu sou chinês
Onde queres o ato eu sou o espírito, e onde queres ternura eu sou tesão
Onde queres o livre decassílabo, e onde buscas o anjo eu sou mulher
Onde queres prazer sou o que dói, e onde queres tortura, mansidão
Onde queres o lar, revolução, e onde queres bandido eu sou o herói
Eu queria querer-te e amar o amor, construírmos dulcíssima prisão
E encontrar a mais justa adequação, tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés, e vê só que cilada o amor me armou
E te quero e não queres como sou, não te quero e não queres como és
Onde queres comício, flipper vídeo, e onde queres romance, rock'nroll
Onde queres a lua eu sou o sol, onde a pura natura, o inseticídeo
E onde queres mistério eu sou a luz, onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro, e onde queres coqueiro eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal, bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal, e eu querendo querer-te sem ter fim
E querendo te aprender o total do querer que há e do que não há em mim
Ah, bruta flor do querer, ah, bruta flor, bruta flor
Onde queres revólver sou coqueiro, onde queres dinheiro sou paixão
Onde queres descanso sou desejo, e onde sou só desejo queres não
E onde não queres nada, nada falta, e onde voas bem alta eu sou o chão
E onde pisas no chão minha alma salta, e ganha liberdade na amplidão
Onde queres família sou maluco, e onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon sou Pernambuco, e onde queres eunuco, garanhão
E onde queres o sim e o não, talvez, onde vês eu não vislumbro razão
Onde queres o lobo eu sou o irmão, e onde queres cowboy eu sou chinês
Onde queres o ato eu sou o espírito, e onde queres ternura eu sou tesão
Onde queres o livre decassílabo, e onde buscas o anjo eu sou mulher
Onde queres prazer sou o que dói, e onde queres tortura, mansidão
Onde queres o lar, revolução, e onde queres bandido eu sou o herói
Eu queria querer-te e amar o amor, construírmos dulcíssima prisão
E encontrar a mais justa adequação, tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés, e vê só que cilada o amor me armou
E te quero e não queres como sou, não te quero e não queres como és
Onde queres comício, flipper vídeo, e onde queres romance, rock'nroll
Onde queres a lua eu sou o sol, onde a pura natura, o inseticídeo
E onde queres mistério eu sou a luz, onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro, e onde queres coqueiro eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal, bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal, e eu querendo querer-te sem ter fim
E querendo te aprender o total do querer que há e do que não há em mim
Ah, bruta flor do querer, ah, bruta flor, bruta flor
O que ainda me incomoda... ainda me afeta ou me afeta e ponto!
(carta)
Não posso demonstrar que sinto meu peito explodir de felicidade quando falo contigo, quando consigo!
Não posso demonstrar que meu dia termina quando, por acaso, vejo você com outro alguém, em outras fotos, em outras histórias.
Não percebe quem não vê.
Não percebe quem não sente.
Não sabe quem não quer saber
ou quem finje, mente.
O propósito inexato, de crueldade em afagos, sufoca, confunde, engana e se revela tão claramente como um luminoso vermelho-fogo gritando: "PERIGO!"
Alguém me avise quando souber para quê serve. Alguém me avise quando souber o que faço com isso.
O inexorável vício de abstinencia agridoce. A bomba pedindo pra ser detonada.
Alguém me explique direito como se desliga. Se desata.
Façam um tutorial, publiquem em Diário Oficial com urgência:
"O importante e o irrelevante, sublime e ordinário mistério do comum indivíduo."
Não, você não entende. Não pode sentir, portanto não pode entender e isto é fato.
"O Amor na prática é sempre ao comtrário."
domingo, 24 de junho de 2007
DIRECIONADO
Não me venha falar de razão,
Não me cobre lógica,
Não me peça coerência,
Eu sou pura emoção.
Tenho razões e motivações próprias,
Me movimento por paixão, essa é a minha religião e minha ciência.
Não meça meus sentimentos,
Nem tente compará-los a nada,
Deles sei eu,
Eu e meus fantasmas, eu e meus medos, eu e minha alma...
Sua incerteza me fere, mas NÃO ME MATA.
Suas dúvidas me açoitam, mas NÃO ME DEIXAM CICATRIZES.
Não me cobre lógica,
Não me peça coerência,
Eu sou pura emoção.
Tenho razões e motivações próprias,
Me movimento por paixão, essa é a minha religião e minha ciência.
Não meça meus sentimentos,
Nem tente compará-los a nada,
Deles sei eu,
Eu e meus fantasmas, eu e meus medos, eu e minha alma...
Sua incerteza me fere, mas NÃO ME MATA.
Suas dúvidas me açoitam, mas NÃO ME DEIXAM CICATRIZES.
terça-feira, 19 de junho de 2007
.amor.amor.

Exato! É o perfume!
O perfume das horas, as cores do dia, a maciez do vento.
Ai que dor desejada em verso! Lágrima poesia de tal ganância de si, ser.
Ardor dos dias! Delícias desejadas do âmago, o frio latente.
Juventude na pele, por paixão, pela ânsia da vida!
Abençoadas sejam as mais cafonas horas sorridas e noites suspiradas.
Abençoadas sejam as notas entoadas em adoração. Cada palavra deslizada entre os dedos sem anseio nem compostura.
Sublime pacto celeste, dure eternamente para ser.
sexta-feira, 1 de junho de 2007
O que há de se resolver
O certo, o errado.
O que há de se resolver.
O que há de ser resolvido.
O que há de resoluto.
O que o tempo há de pensar, o que não pensa mais, o que nunca pensou.
O que há de se resolver.
O que há de ser vivido, o que não mais se viverá, o que nunca se viveu.
Mãos, olhos, bocas, corações.
Momentos, frases, silêncios, visões.
Vida, vidas, morte.
O que há de se resolver, o que há de ser resolvido e o que há de resoluto.
O que há de se resolver.
O que há de ser resolvido.
O que há de resoluto.
O que o tempo há de pensar, o que não pensa mais, o que nunca pensou.
O que há de se resolver.
O que há de ser vivido, o que não mais se viverá, o que nunca se viveu.
Mãos, olhos, bocas, corações.
Momentos, frases, silêncios, visões.
Vida, vidas, morte.
O que há de se resolver, o que há de ser resolvido e o que há de resoluto.
quarta-feira, 30 de maio de 2007
DIA PAR
Hoje é dia Par, portanto, aquele que não é ímpar... (tsc)
Dias pares são dias para se esquecer. Dias ímpares são inesquecíveis.
Tenho pulado os dias ímpares... tenho vivido menos... tenho vivido pior... ando querendo esquecer da vida... ando querendo não viver mais pares...
Não se ama só. Se ama em par.
Dias pares são dias para se esquecer. Dias ímpares são inesquecíveis.
Tenho pulado os dias ímpares... tenho vivido menos... tenho vivido pior... ando querendo esquecer da vida... ando querendo não viver mais pares...
Não se ama só. Se ama em par.
segunda-feira, 28 de maio de 2007
desabafo (prt 2)
myspace 28/05/07
desabafo (prt 2)
e, mais uma vez....
acabei de cair na real que não valho um centavo! e naum conto com orgulho dessa vez!
acabei de acabar com o que poderia ser a coisa mais bonita em anos na minha vida... meu, eu tô mto mto triste. mesmo. não consigo nem formular frases bonitas, é isso e pronto acabou!
pq eu não me contento? pq eu tenho sempre que estragar as coisas?!? estou realmente com raiva de mim agora, e de um jeito que eu não ficava a tempos! se existe 'auto-decepção', deve ser conhecida por Jennyfer.......
ainda hoje estava escrevendo pra você.... você naum saía da minha cabeça e mal pude trabalhar... acho que agora não terá mais fim......
"você venceu, esta é só mais uma
culpa da lua ou do holofote
dos olhos que seduzem, mentem, enganam descaradamente e a gente cai
em seus labios o doce mistério do verdadeiro pecado
e eu finjo não saber que é errado
finjo que tanto faz
misturas bossa e rock
me tira do sono e do sério
perfume do desejo, corpo quente
te leio entre medos e o etério
abre as asas, vê........(não teve fim)"
se digo que te amo, não sei se minto, não sei se amo... sei que te quero do meu lado, preciso dos teus telefonemas 'atrapalhando' meu trabalho, espero por suas mensagens que nunca chegam... você chegou tão derrepente quanto me apaixonei. tenho plena convicção: culpada, é minha sentença. suplico perdão!!!
não te arrependas!
de qualquer maneira, na tua rota fecho meus olhos, e seja o que você quiser.....
desabafo (prt 2)
e, mais uma vez....
acabei de cair na real que não valho um centavo! e naum conto com orgulho dessa vez!
acabei de acabar com o que poderia ser a coisa mais bonita em anos na minha vida... meu, eu tô mto mto triste. mesmo. não consigo nem formular frases bonitas, é isso e pronto acabou!
pq eu não me contento? pq eu tenho sempre que estragar as coisas?!? estou realmente com raiva de mim agora, e de um jeito que eu não ficava a tempos! se existe 'auto-decepção', deve ser conhecida por Jennyfer.......
ainda hoje estava escrevendo pra você.... você naum saía da minha cabeça e mal pude trabalhar... acho que agora não terá mais fim......
"você venceu, esta é só mais uma
culpa da lua ou do holofote
dos olhos que seduzem, mentem, enganam descaradamente e a gente cai
em seus labios o doce mistério do verdadeiro pecado
e eu finjo não saber que é errado
finjo que tanto faz
misturas bossa e rock
me tira do sono e do sério
perfume do desejo, corpo quente
te leio entre medos e o etério
abre as asas, vê........(não teve fim)"
se digo que te amo, não sei se minto, não sei se amo... sei que te quero do meu lado, preciso dos teus telefonemas 'atrapalhando' meu trabalho, espero por suas mensagens que nunca chegam... você chegou tão derrepente quanto me apaixonei. tenho plena convicção: culpada, é minha sentença. suplico perdão!!!
não te arrependas!
de qualquer maneira, na tua rota fecho meus olhos, e seja o que você quiser.....
desabafo prts (prt 1)
myspace 27/05/07
desabafo (prt 1)
deixe eu falar, não me trava
não me bloqueia!
porque hoje eu tô fodida e tô achando graça, tô no desespero da punhetagem emocional sobre o assunto e presiso esgotar a cota!
e essa foi além... uma noite passou das expectativas boas e ruins e sentir tudo junto ta me confundindo...
porque de repente agente vê que tudo tem que ser complicado e ponto. Aquilo que você cozinhou em banho-maria dentro de si até virar uma conclusão obvia, fácil - pela primeira vez realmente fácil - se transforma em um segundo, fica de ponta cabeça, alheio a sua vontade.
porque o que tinha tudo pra dar certo, dá torto. mas o que deu foi mais do que bom... mas as mazelas de outrem acabam doendo, em pingos, na nossa cabeça.
será que eu fodi tudo?!? bom, pelo menos a metade da amizade, sim. acho. não sei!!!!
to no meio de uma briga e naum tenho nada a ver com isso.
é isso. não tenho nada a ver com isso!
desabafo (prt 1)
deixe eu falar, não me trava
não me bloqueia!
porque hoje eu tô fodida e tô achando graça, tô no desespero da punhetagem emocional sobre o assunto e presiso esgotar a cota!
e essa foi além... uma noite passou das expectativas boas e ruins e sentir tudo junto ta me confundindo...
porque de repente agente vê que tudo tem que ser complicado e ponto. Aquilo que você cozinhou em banho-maria dentro de si até virar uma conclusão obvia, fácil - pela primeira vez realmente fácil - se transforma em um segundo, fica de ponta cabeça, alheio a sua vontade.
porque o que tinha tudo pra dar certo, dá torto. mas o que deu foi mais do que bom... mas as mazelas de outrem acabam doendo, em pingos, na nossa cabeça.
será que eu fodi tudo?!? bom, pelo menos a metade da amizade, sim. acho. não sei!!!!
to no meio de uma briga e naum tenho nada a ver com isso.
é isso. não tenho nada a ver com isso!
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