terça-feira, 19 de junho de 2007

.amor.amor.


Exato! É o perfume!



O perfume das horas, as cores do dia, a maciez do vento.

Ai que dor desejada em verso! Lágrima poesia de tal ganância de si, ser.

Ardor dos dias! Delícias desejadas do âmago, o frio latente.

Juventude na pele, por paixão, pela ânsia da vida!

Abençoadas sejam as mais cafonas horas sorridas e noites suspiradas.

Abençoadas sejam as notas entoadas em adoração. Cada palavra deslizada entre os dedos sem anseio nem compostura.

Sublime pacto celeste, dure eternamente para ser.

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