Não me venha falar de razão,
Não me cobre lógica,
Não me peça coerência,
Eu sou pura emoção.
Tenho razões e motivações próprias,
Me movimento por paixão, essa é a minha religião e minha ciência.
Não meça meus sentimentos,
Nem tente compará-los a nada,
Deles sei eu,
Eu e meus fantasmas, eu e meus medos, eu e minha alma...
Sua incerteza me fere, mas NÃO ME MATA.
Suas dúvidas me açoitam, mas NÃO ME DEIXAM CICATRIZES.
domingo, 24 de junho de 2007
terça-feira, 19 de junho de 2007
.amor.amor.

Exato! É o perfume!
O perfume das horas, as cores do dia, a maciez do vento.
Ai que dor desejada em verso! Lágrima poesia de tal ganância de si, ser.
Ardor dos dias! Delícias desejadas do âmago, o frio latente.
Juventude na pele, por paixão, pela ânsia da vida!
Abençoadas sejam as mais cafonas horas sorridas e noites suspiradas.
Abençoadas sejam as notas entoadas em adoração. Cada palavra deslizada entre os dedos sem anseio nem compostura.
Sublime pacto celeste, dure eternamente para ser.
sexta-feira, 1 de junho de 2007
O que há de se resolver
O certo, o errado.
O que há de se resolver.
O que há de ser resolvido.
O que há de resoluto.
O que o tempo há de pensar, o que não pensa mais, o que nunca pensou.
O que há de se resolver.
O que há de ser vivido, o que não mais se viverá, o que nunca se viveu.
Mãos, olhos, bocas, corações.
Momentos, frases, silêncios, visões.
Vida, vidas, morte.
O que há de se resolver, o que há de ser resolvido e o que há de resoluto.
O que há de se resolver.
O que há de ser resolvido.
O que há de resoluto.
O que o tempo há de pensar, o que não pensa mais, o que nunca pensou.
O que há de se resolver.
O que há de ser vivido, o que não mais se viverá, o que nunca se viveu.
Mãos, olhos, bocas, corações.
Momentos, frases, silêncios, visões.
Vida, vidas, morte.
O que há de se resolver, o que há de ser resolvido e o que há de resoluto.
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