segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Primeiras impressões...




Elas demoraram mas chegaram! Quase um mês depois, acredito que posso falar um pouquinho melhor desta nova experiencia chamada Irlanda! hehe


A foto acima é da entrada do(a) Trinity College... que eh super grande (naum fica só nisso), mas nem chega aos pés do tamanho da USP... hehe


A primeiríssima coisa que pensei ao chegar aqui foi: puuuuts, que transito!!!!


Sem brincadeira, demorei quase uma hora só para sair da area do aeroporto! Fora isso, achei tudo bem parecido... mas isso de taxi, né! rs Porém, quem está acostumada com São Paulo, não estranha tanto.


Se estiver vindo pra cá, ai vão agumas dicas:


- Traga sapato ou tenis empermeável! De couro, verniz, o que for... acredite, vc vai precisar!


- Não compre sombrinha na Caroll's! É praticamente descartável... Ainda não achei nenhum lugar que venda sombrinhas que resistam aos "ventos irlandeses"! Nem cabelo, portanto...


- Traga chapéu, touca, boina (ou compre na Penneys por a partir de 3€).... e compre secador na Argos. É bom e barato.


- Se precisar de ônibus, faça o cartão de estudante e compre o ticket do Dublin Bus. Você pode comprar sem o cartão do estudante... mas "sempre" tem fiscal...


- Placas???? esqueça-as! Compre um bom mapa. Melhor ainda se tiver as rotas dos ônibus, porque nem mesmo os motoristas sabem onde estão indo, e o site não ajuda.


- Siga algumas indicações... celular é mesmo melhor na Vodafone, e você pode falar com o Brasil por 0,9 c.


- Não siga algumas indicações... na ponta do lápis, o Lidl é bem mais barato que o Tesco...


- Compras boas: Grafton. Compras baratas: O'connel e mediações.


Bom, por enquanto é só... estou totalmente sem inspiração... e escutando Chupin pela internet, fica pior ainda! huahahh Passei mesmo para atualizar e dar o ar da graça!


Abraços!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Dublin Podcasts




Para quem é fã de podcasts e quer saber mais sobre Dublin, uma boa pedia é baixar os da Dublin Tourism’s iWalks series.
Os iWalks são disponíveis em mp3 e, em algumas séries (como a Guiness) vêm também em mp4. Neles você poderá descobrir mais sobre a história, a arquitetura, a cultura de Dublin e seu povo.
Além disso você pode treinar seu ouvido nos idiomas ingês, frances, espanhol, italiano e alemão!
Recomendo.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Será que eu vou???



Quem chega no meio do mês de agosto em Dublin, pode aproveitar um dos muitos famosos festivais: o Festival Of World Cultures, que acontece nos dias 22/23 e 24.
Entre atrações pagas e gratuitas, segue o link da programação completa!

sábado, 2 de agosto de 2008

DESCOBRINDO A IRLANDA - prt 1


Primeiro a teoria. Um pouco de história.

Panorâmica

A Ilha da Irlanda é conhecida há muito como Ilha Esmeralda, por ser muito verde devido à chuva. Cerca de 80% do território de 85 mil quilômetros quadrados corresponde à República da Irlanda (declarada em 1948), e o restante forma a Irlanda do Norte, que faz parte do Reino Unido. Enquanto este é conhecido por suas cidades, a Irlanda é conhecida por seu campo. Fotos de pequenos chalés brancos com paredes de pedra recortadas, ovelhas brancas em pastos montanhosos e irlandeses felizes, tocando rabeca nos pubs do interior, abundam nas brochuras turísticas. Mas há muito mais na Irlanda do que as cenas campestres sentimentais. A economia do país tem sido uma das mais rápidas em crescimento por um longo período e uma das mais saudáveis na Europa, dando à região o apelido de Tigre Celta. A riqueza natural, material e intelectual do país está por toda parte.


Climas de sonho, em cenários esfumaçados. A Irlanda é assim. A culpa é da luz macia, avessa a contornos nítidos. Não que falte cor ao país. Pelo contrário, ela está presente no verde dos prados, na exuberância das flores, nas fachadinhas em tons de rosa e amarelo, no bege da carneirada, no vermelho da cabeleira das meninas sardentas. Mas quando se vê a lua cheia nascer entre as nuvens, nas ruínas de um castelo roído pelo tempo, é impossível deixar de pensar que a beleza deste país é como a daquelas mulheres que mais sugerem do que exibem. A Irlanda é uma descoberta. E que descoberta!

A ilha mágica
Nada poderia ser mais diferente de uma nação nova como o Brasil do que um país que conheceu seu auge, em poder e influência, durante a Idade Média. É o caso da Irlanda, onde cada pedrinha tem 1500 anos de tradição. Durante a Alta Idade Média (até por volta do ano 1200), os mosteiros e abadias irlandeses ficaram famosos em toda a Europa, como centros onde se louvava a Deus com mais capricho até do que em Roma. Seus restos estão hoje por toda a parte, entre vales encobertos por farrapos de névoa e montanhas perdidas em brumas, ainda mais intrigantes quando ao lado se ergue um cemitério meio abandonado, cheio de lápides de pedra e cruzes celtas desalinhadas.

É, a Irlanda tem clima. É fácil descobrir por que ela deu origem a uma das mitologias mais ricas da Europa. Foi dali que vieram as histórias das fadas que voam, dos duendes que carregam potes de ouro, dos espíritos femininos que trazem desgraça a quem os vê nas noites sem lua. Muitos desses contos vêm do tempo dos celtas, os primeiros habitantes da Irlanda, que legaram sua língua, seus bardos e seu talento para contar histórias. Deixaram, também, muitos vestígios de sua civilização, sob a forma de monumentos megalíticos, como menires iguais aos de Asterix, círculos de pedra como o de Stonehenge e dólmens em formato de mesa, que na origem eram homenagens aos mortos e hoje viraram centros de peregrinação, visitados por místicos de todos os quadrantes. O melhor lugar para ver esses monumentos de pedra são as partes mais desabitadas do litoral oeste irlandês, sobretudo as deslumbrantes penínsulas de Connemara e Dingle, onde até hoje se fala mais gaélico do que inglês.

Diz-se que a Irlanda também deve aos celtas outra de suas grandes qualidades: o ouvido musical impressionante. A música que se faz no país tem basicamente duas vertentes, bem diferentes entre si. A mais familiar tem ritmo vigoroso, é conduzida por um violino endiabrado que parece fundo musical de desenho animado e basta ouvi-la para saber de onde veio a música country americana. A outra é aquela música esfumaçada e etérea popularizada pela cantora Enya, que adora alardear suas raízes celtas. E há ainda o bom o e velho rock'n'roll, que na Irlanda gerou astros como o U2, Sinead O'Connor e Van Morrison, sem falar no pop melosinho dos Cranberries.

Mas não é só. Quem explorar a parte central da Irlanda, às margens do Rio Shannon, vai até enjoar de tanto ver castelos e torres meio arruinadas, que pontilham o verde irlandês com suas linhas austeras, manchadas pelo musgo dos séculos. Nada a ver com o esplendor dos castelos franceses: a Irlanda não é dada a rendas ou fricotes - e lá é mais fácil pensar em armaduras e lutas com invasores vikings do que em perucas e minuetos da corte. Nas muralhas do castelo de Bunratty, por exemplo, nas redondezas da cidade de Limerick (hoje transformado numa espécie de medievalândia, com direito a banquete feudal, recepcionistas em trajes típicos e aldeia de época), ainda dá para ver os pontos por onde os antigos barões se deleitavam em derramar óleo fervente na cabeça dos bárbaros invasores.

Sim, os irlandeses eram briguentos, e esse foi um dos motivos pelo qual o país foi ficando para trás na história, até estabelecer-se como a mais pobre das nações européias - um triste celeiro de mão-de-obra barata. A mais danosa de todas as brigas foi a que separou, ao longo dos séculos, católicos e protestantes. Por menos que se saiba sobre a Irlanda, de uma coisa todo mundo já ouviu falar: o IRA, ou Irish Republican Army, organização armada terrorista que vive disparando bombas pela ilha toda, certo? Errado. Primeiro, porque faz tempo que o IRA não dispara um único estalinho. Segundo, porque eles não atuam na República da Irlanda - ou seja, o pedaço da Irlanda que é independente e tem a cidade de Dublin por capital. O IRA só atua (e hoje, felizmente, pouco) na Irlanda do Norte, o pedacinho do território irlandês que ainda pertence à Inglaterra e cuja capital é Belfast, tão separado da República da Irlanda quanto o Paraguai da Argentina.

Inimigo no quintal
Para entender direito o IRA, é preciso recuar séculos na história, até a época em que São Patrício converteu ao cristianismo os reis celtas da Irlanda, usando o trevo para explicar o inexplicável - ou seja, o mistério da Santíssima Trindade, dogma da igreja católica que reza que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são três, mas na verdade não passam de um só. Desde que São Patrício realizou esse pequeno milagre, no século 5, a Irlanda adotou o trevo como símbolo nacional e se tornou um caso severo de catolicismo agudo - tão agudo que, até três anos atrás, ainda não tinha divórcio.

A questão religiosa passou a ter importância por causa dos ingleses, que invadiram a Irlanda lá pelo ano 1200. No começo, todos eram católicos e o domínio inglês nem era tão feroz assim. Mas, quando o rei Henrique VIII e sua filha Elizabeth I transformaram a Inglaterra num império anglicano, a questão do catolicismo esquentou. Para os ingleses, a Irlanda católica virou uma espécie de inimigo no quintal de casa, sempre pronta a se aliar a suas maiores rivais, as também católicas Espanha e França. Neutralizá-la virou questão de honra - e, com isso, as terras dos católicos irlandeses foram desapropriadas e seus proprietários, substituídos por protestantes ingleses. E não só: católicos foram proibidos de exercer a religião, de ingressar no exército e até de freqüentar escolas - tudo à custa de uma repressão cruel.

Enquanto os católicos empobreciam, os protestantes prosperavam. Concentrados no norte do país, eram tão bem tratados por Londres que a região logo se tornou a mais próspera e industrializada da Irlanda. Em meados do século passado, quando até os próprios ingleses se deram conta de que era preciso dar autonomia à Irlanda, quem mais esperneou foi a minoria protestante nortista. Tanto, que conseguiu retardar a independência irlandesa em pelo menos 40 anos, dando margem ao surgimento do IRA, uma organização paramilitar que visava justamente apressar a independência do país.

O tigre celta
Quando ela veio, em 1949, o norte simplesmente se recusou a se separar, e desde então o IRA vem lutando para reunificar a Irlanda. Em linguagem local, toda essa confusão é conhecida pela expressão "The Troubles", ou "O Problema" - uma encrenca que gerou mortes, injustiças e um bom números de filmes, como Em Nome do Pai e Traídos pelo Desejo (assista, se quiser saber mais sobre as questões políticas da Irlanda).

Hoje os Troubles estão sob controle, embora ninguém possa garantir que isso vá durar para sempre. Um dos motivos é a fase de progresso sem precedentes que a Irlanda atravessa, em decorrência da chuva de eurodólares derramada pela Comunidade Européia. O país inteiro está em reforma. Nas estradas, é difícil dirigir por mais de uma hora sem encontrar obras de recuperação. Depois de cinco anos crescendo a taxas de 9% ao ano, a economia irlandesa anda tão bem que o país ganhou o apelido de Celtic Tiger, à semelhança dos Tigres Asiáticos. O salto para a frente é decorrência da indústria de telecomunicações e alta tecnologia: a Irlanda é hoje o segundo maior exportador de softwares do mundo, perdendo só para os Estados Unidos. E é por isso que, de reserva de mão-de-obra, passou a atrair imigrantes, a ponto de achar uma casa para alugar em Dublin ser hoje tarefa para dois a três meses.

Sorte, porque isso vem tornando Dublin uma cidade cosmopolita, onde se pode ouvir línguas de toda a Europa, incluindo português com sotaque lisboeta. A cidade, que começou como uma aldeola pantanosa fundada por invasores vikings, foi ganhando em graça ao longo dos séculos e hoje tem muitos monumentos históricos e a fama de possuir algo como 1000 pubs e um número parecido de livrarias. Essa influência literária pode ser considerada um fruto da gigantesca biblioteca do Trinity College, a antiquíssima universidade local, que tem mais de três milhões de volumes. É quase um museu inteiro só de livros, e que qualquer um pode visitar.

Cortada ao meio pelo Rio Liffey, Dublin é mais elegante ao sul e mais boêmia ao norte, onde ficam a sede da cervejaria Guinness e a ex-sede da destilaria Jameson, a mais famosa marca de Irish whiskey. Mas, apesar desses ícones, a cidade preferiu eleger como seu símbolo uma vendedora ambulante de peixes do século passado, chamada Molly Malone, que ganhou até estátua na rua das butiques chiques, a Grafton Street. Molly foi homenageada em trajes tão sumários que ganhou a alcunha de tart with the cart (algo como "a piranha do carrinho"). Outros monumentos famosos da cidade também têm apelido, como a ponte Ha'penny (de half penny, meio centavo, que era o preço do pedágio), que ganhou o cognome shiver on the river (ou 'arrepio no rio') porque chacoalha um bocado.

Se você está achando os irlandeses irreverentes, saiba que eles são mesmo. Quase todos pertencem àquela estirpe de gente que perde o amigo, mas não perde a piada - e muito se orgulha disso. O amor irlandês pelas frases de efeito, que tem sua expressão máxima no escritor Oscar Wilde ("experiência é o nome que damos aos nossos erros", escreveu ele certa vez), é tanto que eles inventaram até uma mitologia a esse respeito. Diz-se que quem beijar a Pedra de Blarney (uma pedra mesmo, que fica no castelo do mesmo nome, perto da cidade de Cork) ganha dos deuses o gift of the gab, ou o dom da conversação. O tal beijo obriga a um certo contorcionismo: é preciso deitar-se no chão e atirar a cabeça para trás, para acertar a pedra. Mas eles garantem que quem o fizer jamais ficará entalado por falta da palavra adequada - seja ela de escárnio ou de elogio. Valeria a pena vir até a Irlanda nem que fosse só por causa disso.


Por: Heloísa Campos | Matéria publicada em Viagem e Turismo

sexta-feira, 11 de julho de 2008

travel n living


mundão veio sem porteira... sem tempo... sem internet...
assim que der, posto algo mais substâncial.

(agora a caminho de minas... tente me achar no mapa! rs)

sexta-feira, 6 de junho de 2008

terça-feira, 3 de junho de 2008

Irritando Jennyfer Picolo

5h00 delinquentes passam na rua gritando "chupa que é de uva!" - acordei.
5h20 vô arromba a porta do quarto para acordar mãe - puta susto do caralho.
5h30 mãe levanta e, como sempre acende a luz do quarto e faz muito barulho com os 'saquinhos' no guarda-roupas - praxe.
Quase dormindo...
6h00 vô sai para 'aquecer' o chevete - garajem + janela = cheiro de alcóol e muuuuuito barulho!
6h30 mãe (vendo que eu não dormia mesmo...) "fala pra sua irmã colocar meia-calça porque está frio" - ah, tá...
Quase dormindo...
6h45 celular-despertador da irmã toca - ...
7h00 celular toca de novo - ...
7h15 celular toca novamente - Geisa levanta!!! e põe meia-calça!
Quase dormindo...
7h45 Jennyfer?! Você vai comigo no dentista??? - Tá bom vó, já estava acordada mesmo...
8h10 meio do caminho: "esqueci o dinheiro!" - que delícia!
9h00 puts, perdemos o ônibus - Tudo bem, afinal a consulta é só 9h30 mesmo...
10h10 Ainda bem que essa joça chegou!!!
10h30 sala de espera
Um filme (aquele do Nicolas Cage, o do tesouro) e meio DVD (de MPB) depois...
12h45 Cadê a bosta da motorista da vã???
14h10 Ufa, lar doce lar... tão cansada que vou ver TV!!!
15h00 Net sem sinal... se o problema persistir, ligue para a operadora, blá, blá...
Liga, desliga, arruma cabos
15h15 Um "secretário-eletronico" muito educado: sua net tá com problema mesmo, acho que só lá pelas 8h00, se é que volta hoje. Tv e internet! é nessa área ai...
...
...
...
...
...
8h02 ÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!!!!! alguém avisa que hoje chega?!?!?!?!?!


segunda-feira, 26 de maio de 2008

wy not?

É inevitável. Sempre existirá um momento da vida em que você se pergunta porquê. Por que comigo? Ou, como agora, por que não comigo???
As vezes a dor de cotovelo não significa que você tenha inveja, daquela má e 'prejudicial', mas te faz ser realista e perceber que você fez tudo certo, foi justa, honesta e um monte de adjetivos bonitos e de nada adiantou.
Daí, se for lelé como eu, começa a tentar a entender as 'razões de Deus' e concretiza que não, loucura não tem limite!
Repara que este tipo de coisa vêm acontecendo desde que o mundo é mundo com muita gente, e que não foi ontem que ouviu pela primeira vez que bonzinho só se ferra. Mas será mesmo verdade? Lógico que não! Existem muitos bonzinhos que se dão bem pra caramba, e merecem, oras!
Mas, puts, será que você não merece??? Não, este definitivamente não pode ser o critério pois aquela lá, aquela má/mesquinha/ladra/ou o que quer que seja, conseguiu!
Ah, já sei... não era para ser! Deus escreve certo por linhas tortas e nem uma folha cai da árvore se não for a vontade Dele!
Tá... justo. Afinal Ele é o dono da favela, justamente. Decide quem entra, quem sai, quem acontece ou não.
Pois bem...

Ps: caderno de anotações além-corpo: Discutir logística, distribuição de tarefas, crescimento e desenvolvimento existencial e referentes distribuições mais homogêneas. Levar "O Monge e o Executivo".

terça-feira, 20 de maio de 2008

Voar de balão!



"Voltar pra casa em nosso lindo balão azul! "
Sempre que penso em balão (acredito que, como todo 'oitentista'), lembro dessa musica! Que na verdade nunca gostei! Como também nunca quis voar de balão! Acho bem mais interessante, sei lá, pular de pára-quedas, por exemplo.
Outro dia me peguei reparando nas coisas 'da moda'. Na minha época (e digo isso do alto dos meus 23 anos! rs) a gente ia pras festas e o 'top flash-back' era anos 60... daí veio os anos 90 e junto os anos 70 pros nossos embalos... hoje em dia o povo dança musica dos anos 80 e acha o 'trash' chique o que, pra que viveu na época, não faz nenhum sentido... vai me falar que alguém sente saudade do Atari enquanto joga Xbox?!?
A única coisa que acho que os 'dias de hoje' não superam (porque, vamos combinar, em termos de música, cinema, etc, etc, não há comparação) são os desenhos animados!
Puts, que saudades dos Ursinhos carinhosos, do Cavalo de Fogo, Caverna do Dragão, os Smurfs, Get Along Gang!!!
Confesso que gosto de Bob-Sponja e Avatar... mas acho que só! Esses desenhos de hoje não têm tanta graça... ou será que eu cresci?!? Não o sufuciente para parar de assistir desenhos animados, né!
Temos que ser realistas: a música dos anos 80 são engraçadas e só! Será que alguém guardou um disco de lambada pra mostrar aos netos??? Tenho um video do aniversário de minha prima, em que apareço dançando lambada e espero, de coração, que ele se decomponha e ninguém o veja!
Não tenho vergonha desses anos (talvez de falar que nasci neles, já que hoje 'isso' já é velho), foram divertidos, tinham Show da Xuxa, Atim e Espirro e Fofão! Acho que foi a ultima geração que brincou na rua. A gente tinha os amigos do bairro, hoje os contamos pelo Orkut...
Acho que ninguém mais quer voar de balão!

quarta-feira, 14 de maio de 2008

terça-feira, 6 de maio de 2008



Santa Maria, cheia da Presença de Deus!
Durante os dias de tua vida aceitaste, com toda a humildade, a vontade do Pai, e o Maligno nunca foi capaz de envolver-te com suas confusões.
Junto a teu Filho, intercedeste por nossas dificuldades e, com toda paciência, nos deste exemplo de como desenrolar as linhas de nossa vida. E, ao dar-te para sempre como nossa Mãe, pões em ordem e fazes mais estreitos os laços que nos unem ao Senhor.
Santa Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe!
Tu que, com coração materno, desatas os nós que entorpecem nossa vida, te pedimos que recebas em tuas mãos os nossos pedidos.
(Fazem-se os pedidos.)
E que nos livres das amarras e confusões com que nos castiga aquele que é nosso inimigo.
Por tua graça, por tua intercessão, com teu exemplo, livra-nos de todo o mal, Senhora Nossa, e desata os nós que nos impedem de nos unirmos a Deus, para que, livres de toda confusão e erros, O louvemos em todas as coisas, NELE coloquemos nossos corações e possamos servi-Lo sempre através dos nossos irmãos.
Prometo que serei devoto a ti e levarei a muitos o teu sagrado nome, para que outros necessitados recorram ao teu auxílio maternal.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

A MAIS IMPORTANTE!!!!


Hoje é o dia da pessoa mais importante: MINHA MÃE!!!!
Ela que é forte, corajosa e guerreira como eu gostaria de ser. Ela que me aguenta, me carregou e carrega, me incentiva e me consola. Ela que é como qualquer outra pessoa, acerta e erra, ri e chora... ela que não foi trazida com manual de instruções e 23 anos não fazem ficar mais facil...
Não só porque ela me gerou, não só porque ela me criou, não só porque ela foi mãe/pai/ amiga...
Ela merece hoje e em todos os dias toda a felicidade do mundo!!!!
Mãe: eu te amooooooooooooooooooo!!!!!
Parabens!!!

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Mudanças

Vi o blog da Sis.
Fui mudar meu layout.
Perdi todos meus links.
Que bom.

sábado, 26 de abril de 2008

falamos o que não devia nunca ser dito por ninguém



eu disse 'eu não sei mais o que eu sinto por vc! vamos dar um tempo, um dia a gente se vê...'

A ultima vez que te vi, disse: "é do tipo de pessoa que pode-se passar anos sem contato, mas quando se vê, permanesse a mesma, sempre feliz, gentil... ilumina o lugar onde está! que bom, ter tua amizade!"

Se pudesse me descrever em 'palavras-chaves'(supondo que isso não seja possivel), uma delas certamente seria (se existisse) desiludível!

desilusão s. f.,
perda de ilusão;
desengano;
decepção.

Claro que as pessoas não decepcionam à toa: eu sou decepcionável! E esse pode ser taxado hoje como meu pior defeito, posto que não aceito que as pessoas sejam 'normais', como eu. Cometam erros e façam escolhas, como eu faço! Visto que espero a minima pisada fora de linha (esta, minha criação utópica) para que eu apareça com meu implacável indicador bradando "ahá! eu sabia!". E, não contente, posteriormente lamento: poxa, como eu sofro... como eu me desiludo com as pessoas, bla, bla, bla...
Imagine aquela bronca que você já cansou de ouvir dos pais ou de quem quer que seja... já cansei de me ouvir dizer "larga mão de ser trouxa! isso só te prejudica!" e, como resposta sempre uma positiva promessa de melhoras...
Ai, ai... me deu até sono!


sexta-feira, 18 de abril de 2008

TENHO UM PLANO

Tenho um plano
Para cada dia da semana
Para disfarçar cada engano
Cada enguiço
Preguiça
Percalço
Que por acaso
Me assalte
Te asfalte
Feito esmalte
Que fixa
Asfixia
Durante estes sete dias
Que se repetem por covardia

domingo, 6 de abril de 2008

terça-feira, 1 de abril de 2008

janelas

Janelas pelas quais espio, espero.
carro
avião
metrô
casa
insônia, dor de barriga e chulé!
Esmalte sem ponta, sites, ligações e o relógio... tudo isso da janela.

segunda-feira, 3 de março de 2008

SEU GELO


MEU SORVETE!!! \O/

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

oração do tempo

És um senhor tão bonito quanto a cara do meu filho
Tempo, tempo, tempo, tempo, vou te fazer um pedido
Tempo, tempo, tempo, tempo
Compositor de destinos, tambor de todos os ritmos
Tempo, tempo, tempo, tempo entro num acordo contigo
Tempo, tempo, tempo, tempo
Por seres tão inventivo e pareceres contínuo
Tempo, tempo, tempo, tempo és um dos deuses mais lindos
Tempo, tempo, tempo, tempo
Que sejas ainda mais vivo no som do meu estribilho
Tempo, tempo, tempo, tempo ouve bem o que te digo
Tempo, tempo, tempo, tempo
Peço-te o prazer legítimo e o movimento preciso
Tempo, tempo, tempo, tempo quando o tempo for propício
Tempo, tempo, tempo, tempo
De modo que o meu espírito ganhe um brilho definido
Tempo, tempo, tempo, tempo e eu espalhe benefícios
Tempo, tempo, tempo, tempo
O que usaremos pra isso fica guardado em sigilo
Tempo, tempo, tempo, tempo apenas contigo e migo
Tempo, tempo, tempo, tempo
E quando eu tiver saído para fora do círculo
Tempo, tempo, tempo, tempo não serei nem terás sido
Tempo, tempo, tempo, tempo
Ainda assim acredito ser possível reunirmo-nos
Tempo, tempo, tempo, tempo num outro nível de vínculo
Tempo, tempo, tempo, tempo
Portanto peço-te aquilo e te ofereço elogios
Tempo, tempo, tempo, tempo nas rimas do meu estilo
Tempo, tempo, tempo, tempo

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

O MUNDO TODO

Pintaria de giz-de-cera todas as cores do mundo!

esperança
s. f.,
acto de esperar;
tendência do espírito para considerar como provável a realização do que se deseja;
a segunda das virtudes teologais;
o que se espera;
expectativa;
suposição;
probabilidade;



saudade
do ant. soedade, soidade, suidade < Lat. solitate, com influência de saudar
s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia;