terça-feira, 24 de julho de 2007

O que ainda me incomoda... ainda me afeta ou me afeta e ponto!

(carta)

Não posso demonstrar que sinto meu peito explodir de felicidade quando falo contigo, quando consigo!
Não posso demonstrar que meu dia termina quando, por acaso, vejo você com outro alguém, em outras fotos, em outras histórias.
Não percebe quem não vê.
Não percebe quem não sente.
Não sabe quem não quer saber
ou quem finje, mente.
O propósito inexato, de crueldade em afagos, sufoca, confunde, engana e se revela tão claramente como um luminoso vermelho-fogo gritando: "PERIGO!"
Alguém me avise quando souber para quê serve. Alguém me avise quando souber o que faço com isso.
O inexorável vício de abstinencia agridoce. A bomba pedindo pra ser detonada.
Alguém me explique direito como se desliga. Se desata.
Façam um tutorial, publiquem em Diário Oficial com urgência:
"O importante e o irrelevante, sublime e ordinário mistério do comum indivíduo."
Não, você não entende. Não pode sentir, portanto não pode entender e isto é fato.
"O Amor na prática é sempre ao comtrário."

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